O OSCAR TAMBÉM ENSINA HUMILDADE

 


E então, deslumbrado e arrogante, com base numa ostentação inconcebível — se achou gente grande e deu várias entrevistas, algumas repletas de tiradas sarcásticas contra o governo do Estados Unidos. Outras, babadas de bajulação, eram descarada em favor do socialismo tupiniquim lulista. Levou o troco merecido.


Era uma vez um artista cujo pai era alcoólatra e a mãe perturbada mental. Ainda menino teve que ser colocado numa casa de ajuda para crianças pobres visto que a família não tinha como alimentá-lo. Perdeu o pai quando tinha doze anos. O abandono e a falta de recursos, apesar de constantes e implacáveis, não foram suficientes, no entanto para que se conformasse com a pobreza. Escolheu lutar.

Depois de tanto tentar e sempre fracassar, sentiu que em seu país jamais lhe daria o apoio que precisava. Alguem que confiasse em seu trabalho e lhe desse um emprego digno.

E então, na busca desesperada por um lugar ao sol, um dia deixou sua terra e desembarcou no Estados Unidos, em busca do sonho americano.

Graças ao talento excepcional — que seu país natal não soube reconhecer — em poucos anos vivendo no novo mundo, seus empregadores aumentaram tanto seu salário que não demorou muito e foi considerado o homem mais bem pago não apenas entre todos os empregados americanos, mas entre os trabalhadores do mundo todo.

Ficou rico, famoso, teve todas as mulheres que quis e no mundo inteiro não havia ninguém que igualasse sua popularidade. Em cada cidade que desembarcava, todo o efetivo policial e do corpo de bombeiros era convocado para evitar que aquelas multidões enormes de admiradores se descontrolasse na ânsia desesperada de obter um autógrafo ou simplesmente tocar suas roupas, ter uma palavra de atenção.

Um dia, já senhor do mundo graças ao povo que o acolheu com admiração e tinha orgulho de viver no mesmo país que ele, achou que a democracia e o sonho americano estavam errados e ele precisava ajudar na mudança.

Começou a financiar organizações comunistas que à sombra trabalhavam para fazer com que a democracia americana progredisse e fosse instalado no país um sistema socialista, aos moldes do tão decantado socialismo soviético, apregoado, de ouvido a ouvido, dentro dos círculos mais íntimos de Hollywood.

Na época o FBI aprendia sobre o significado de patriotismo em sua Academia em Quantico, na Virgínia. Não existia o politicamente correto. A traição era punida severamente. Não bastava acreditar no sonho americano, era preciso que ele fosse também respeitado.

Descoberta a ingratidão, o governo resolveu expulsá-lo do país. Nenhum americano de bom senso esgrimiu com ofensa aos direitos humanos

Ainda assim, mesmo abalado pelo comportamento do grande ídolo, o governo respeitou todo seu patrimônio e permitiu que, após ter chegado pobre e miserável, retornasse à seu país rico e reconhecido mundialmente. Nada lhe foi confiscado nem se tentou obter alguma indenização pelo atentado contra o sistema democrático.

Um dia, passados muitos anos, a Academia de Cinema de Hollywood, berço insistentemente incansável de interessados em criar serpentes socialistas, resolveu lhe dar um Oscar.

O novo governo de então, em reconhecimento não ao nome, mas ao trabalho feito em favor das artes, permitiu que retornasse ao Estados Unidos para receber a homenagem.

Mas lhe deu um visto de apenas um dia. Foi chegar, receber o Oscar e partir.

O nome do artista? Charles Chaplin.

O presidente que lhe deu um visto tão curto? Ronald Reagan, o presidente que com ajuda de João Paulo II Margareth Thatcher terminou com a União Soviética.

É assim que os traidores, os mal agradecidos e os impatriotas são tratados em todos os países onde o povo respeita e dignifica a terra em que nasceu.

Um grupo pequeno, mas altamente influente na sociedade brasileira de hoje tenta a mesma coisa, mas por motivos diferentes. Querem ressuscitar o comunismo e implantá-lo no Brasil e até no Estados Unidos, não porque acreditem no comunismo, mas por saberem que numa ditadura esquerdista, poderão roubar à vontade.

Gente que enriquece ganhando dinheiro do povo e depois de rico esquece o sofrimento de quem lhe proporcionou riqueza, não merece outro tipo de tratamento.

Gente que chega numa terra com uma mão na frente e outra atrás, recebe a chance de participar do maior festival de cinema do mundo e se acha no direito de denegrir o sistema de governo, só pode ser um completo idiota.

O povo americano, seja democrata, seja republicano, antes de mais nada, ama seu país e respeita seu governo, ainda que discorde dele. 

Wagner Moura achou que era ídolo demais, para, como Chaplin, deixar o Estados Unidos a seus pés. Talvez tenha imaginado que naquela noite todo o povo americano iria levantar para aplaudi-lo e até idolatrado como faz a parte inaceitável da imprensa. Que havia conquistado o mundo do cinema e ao defender o, convenhamos, — pobre, parcial, mentiroso e artisticamente pouco atrativo “Agente Secreto”. E pensar que ele próprio seria reconhecido como o maior talento internacional de todo aquele ano.

Convenhamos, Wagner foi um bom artista em Tropa de Elite. Já não foi o mesmo em Agente Secreto. Faltou muito para o brasileiro imaginar que é um artista de primeira linha. Pelo menos se comparado a maioria dos atores de Hollywood. Deveria ser mais humilde.

E então, deslumbrado e arrogante, com base numa ostentação inconcebível — se achou gente grande e deu várias entrevistas, algumas repletas de tiradas sarcásticas contra o governo Trump. Outras, ainda, babadas de bajulação eram descarada em favor do socialismo tupiniquim lulista que, muitos dizem, contribuiu praticamente sozinho para as festas pré-Oscar que a troupe brasileira pagou para revistas e influencers na área do cinema.

A turma comeu, bebeu, aproveitou e na hora de votar, esqueceu de Wagner e seu filme.

Os brasileiros que de uma forma imbecil saíram de seu país se achando com fama e autoridade artistica suficiente para denegrir o governo do Estados Unidos, se deram mal.

 Muitos americanos pertencentes a Academia do Cinema de Hollywood dizem ter mudado o voto logo após constatar as ofensas que o brasileiro se achou no direito de assacar contra o sistema de governo de seu país.

Apesar da insistência zombeteira e deseducada das atitudes brasileiras, o governo de Trump será falado em todo o futuro. Ficará, como todos os outros anteriores, democratas ou republicanos, fazendo parte da história do país.

No Brasil, Wagner Moura e seu Agente Secreto com muita sorte, talvez ainda sejam lembrados no mundo do cinema de Hollywood por mais 5 anos apenas.

A pior das imbecilidades é ser arrogante em terra estrangeira. Há coisas que merecem apenas uma resposta: bem feito. Aprenda a ser mais humilde e menos irresponsável no momento que defende a imagem ou a arte de seu país.

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“Brazilian actor Wagner Moura is a vocal critic of Donald Trump, often comparing the former U.S. President's policies and political style to Brazil’s Jair Bolsonaro, whom he labeled "our Brazilian Donald Trump". Moura has criticized Trump's immigration policies, described the "horrors" of his administration, and condemned his actions in Venezuela.
Venezuela Intervention: In a 2026 interview with The Hollywood Reporter, Moura condemned the invasion of Venezuela and the capture of Nicolas Maduro, which occurred under Trump's orders, labeling it dangerous "American imperialism".
 Google Gemini AI 

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