COMO O BRASIL SE TORNOU O QUE É

 


Nesta mudança radical de política empresarial, considerando que o sindicalista Lula da Silva, já alçado ao poder, nunca conheceu melhor estratégia do que usar o dinheiro dos outros para iniciar ou terminar greves, juntou-se a fome com a vontade de comer.

 

·        A Apologia ao Comunismo

·        Os Movimentos de Autoajuda

·        A Desconstrução do Ensino

·        A Ilusão do Televangelismo

·        O que diz a Inteligência Artificial

 

Por volta dos anos 70 e 80, enquanto a Internet era incipiente e as redes sociais nem sequer existiam, os experimentos de manipulação social criados pela KGB e órgãos similares existentes dentro da União Soviética e destinados a corromper o modo de vida ocidental, especialmente o do Estados Unidos, demoravam quase 20 anos até influenciar a cultura brasileira.  Já outros, mais complexos, alguns tendo origem bem antes, no início da guerra fria, demoraram quase o dobro para que começassem a surtir efeitos entre nós, mas desafortunadamente continuam fazendo isto até os dias de hoje.  

Atualmente, apesar de todos os avanços no sistema de informações e difusão global de cultura, o povo brasileiro não apenas está sendo manipulado em menos tempo do que era antes, como também não conseguiu se livrar dos vícios antigos oriundos de um sistema de imprensa viciado e mercenário.

Infelizmente, torna-se quase impossível reverter antigos comportamentos tendo em conta que os próprios mecanismos que poderiam fazê-lo, como a Constituição, as leis, as Forças Armadas, os partidos políticos, o sistema educacional, enfim, todas as instituições nacionais que deveriam ser os pilares da ordem e do progresso, tiveram igualmente seus princípios e valores aparelhados, de modo a impedir qualquer reação a eventuais desejos de mudança.

Mal interpretada durante o período dos governos militares, a imprensa brasileira foi entendida pela caserna como a necessidade governamental de ter uma grande rede nacional de comunicações que facilitasse não apenas o povoamento da região norte do país, como também representasse a necessidade, a exemplo do Estados Unidos, de manter um sistema de defesa e comunicações que abrangesse todo o território nacional.

A imprensa precisava ser um fator de integração nacional. Conseguiram fazer isto, mas infelizmente escolheram a opção errada. Ao invés de incentivar a criação de um número suficiente de redes regionais de rádio e televisão de forma a cobrir todo o território, os militares optaram por colocar todos os recursos disponíveis numa única empresa: a Rede Globo. Seria uma grande rede nacional de comunicações a exemplo do que ocorria no Estados Unidos.

Sem o governo militar, nunca a família Marinho alcançaria os patamares financeiros que passou a ter.

E hoje se vê que talvez não tenha sabido retribuir ao país com o mesmo patriotismo com que se insinuava no início. Tão logo viu que o dinheiro recebido durante a fase militar era ridículo se equiparado ao que poderia arrancar dos governos populistas pós 1985, a Rede Globo esqueceu o jornalismo isento, imparcial e bem produzido e passou a apoiar os governos que melhor servissem às suas necessidades de caixa.

Nesta mudança radical de política empresarial, considerando que o sindicalista Lula da Silva, já alçado ao poder, nunca conheceu melhor estratégia do que usar o dinheiro dos outros para iniciar ou terminar greves, juntou-se a fome com a vontade de comer. Como o dinheiro era do povo, nunca existiu limites para Lula enviar grandes fortunas do dinheiro público para aplacar ou despertar a imprensa. Anos depois, até mesmo uma Secretaria com status de Ministério, a Secom, foi criada especialmente para alimentar a imprensa com o dinheiro do povo.

A maioria dos brasileiros atuais, principalmente os jovens, não acreditam que seja assim. Procuram não pensar que no preço que pagam por uma camisa, um par de tênis ou um quilo de feijão, uma parte do valor ele está pagando para o governo. E é deles, jovens e trabalhadores brasileiros, que o governo tira o dinheiro para entregar à imprensa ou a seus “artistas” favoritos cuja principal tarefa é mentir e enganar cada vez que elogiam o governo.

O mal já foi feito e dificilmente será desmentido. As gerações passada já enfiaram na cabeça que os governos militares foram períodos de atraso, tortura e crimes e não adianta alguém afirmar o contrário: que foi um período de desenvolvimento, cultura, progresso e projeção internacional. O jovem brasileiro de hoje, além de detestar a leitura, tem problemas de cognição e, pior que tudo, só acredita naquilo que vê ou no que ouve pela televisão.

De uma só vez o governo comunista de Lula da Silva, através de cumplices com cargos no STF e nas Forças Armadas, à pretexto de combater um Golpe de Estado que nunca aconteceu, prendeu e condenou à penas exorbitantes, mais brasileiros que os governos militares prenderam e condenaram seus 21 anos de existência. E finalmente é preciso que alguém diga a verdade: os mortos políticos nunca representaram esta verdadeira multidão de vítimas que a esquerda apregoa. O número de mortos em confronto com os militares nunca passou de 300 terroristas.

O contrário, no entanto, o povo nunca procurou revelar. As vítimas civis e militares do terrorismo brasileiro, atualmente é completamente esquecidas por conta da covardia do atual oficialato brasileiro que simplesmente vendeu sua consciência ao socialismo. Veja-se o artigo firmado pelo hoje esquerdista Reinaldo Azevedo onde não faltam nomes, datas e lugares.

Dá asco ver que muitos generais, brigadeiros, almirantes e oficiais superiores vão muito além do dever e só não beijam os pés de Lula da Silva e demais políticos e juízes abertamente cúmplices de narcotraficantes, porque o pouco de decorro que ainda lhes resta, por enquanto, não lhes permite que façam isto. 

A Apologia ao Comunismo

Não é imaginação, é documento. São fatos registrados documentalmente. Até o final dos anos 80 a KGB tinha uma divisão inteira dedicada exclusivamente a operações de influência no Ocidente. Com o final da Cortina de Ferro, o mesmo método foi refinado, melhorado e passou a ser utilizado também pela China.

Após a abertura parcial dos arquivos soviéticos nos anos 1990 e os documentos do Projeto Venona (interceptações americanas de comunicações soviéticas), o ocidente teve conhecimento que a URSS, visando reduzir o espírito patriótico ocidental, principalmente no Estados Unidos, financiava “movimentos tolerantes e pacifistas” com o objetivo de desestimular a capacidade americana de reagir aos avanços comunistas. Organizações aparentemente independentes como o Conselho Mundial da Paz eram, na prática, instrumentos da KGB. O Students for a Democratic Society (SDS) tinha membros com conexões ao Partido Comunista Americano, que por sua vez tinha ligações com Moscou.

Parte da queda da hegemonia americana que se constata hoje, é resultado da irresponsabilidade da juventude daquela época.

Embaixadas de todos os países pertencentes a União Soviética utilizavam espiões para obter «colaboradores» entre a classe intelectual. O Brasil tem uma larga história, infelizmente abafada com sucesso pelos governos petistas, de brasileiros que venderam suas consciências inicialmente à Cuba e logo depois à Moscou e outros países da Cortina de Ferro.

Muitos dos que mandam no Brasil de hoje, fizeram cursos de guerrilha urbana, em Cuba. Aprenderam a matar e manipular, em Cuba. Por muito tempo circulou na Internet alguns comentários que Jose Dirceu, conhecido político de nosso país, faz parte do Serviço Secreto Cubano. Da mesma forma, também no Estados Unidos, houve infiltração documentada em sindicatos, universidades e publicações da imprensa.

No Brasil, com o fim dos governos militares, esta mesma infiltração foi realizada com tamanha ganância por cargos e posições políticas que até os dias atuais continuam em mãos petistas praticamente intocadas. Militantes do Partido dos Trabalhadores, violentos e em bandos, dispostos a intimidar quem lhes enfrentasse, (alguns com porretes e foices nas mãos, ou afiadas enxadas ao ombro) cercavam aos gritos as Secretarias Municipais de Educação no interior do Brasil e conseguiam que os titulares dos principais cargos no Ensino, fossem os escolhidos entre os membros do Partido.

Até os dias atuais quem manda na Educação brasileira são os petistas e infelizmente o governo de Jair Bolsonaro não conseguiu ou não tentou mudar esta realidade.

Se antes o Brasil possuía meia dúzia de sindicatos, os governos Lula da Silva aumentaram este número para os milhares.

Na área internacional, o ex-diretor do KGB Yuri Andropov chamava os ativistas ocidentais, entre eles os estudantes brasileiros que serviam involuntariamente aos objetivos soviéticos de "idiotas úteis" —termo atribuído a Lenin e amplamente usado na tradição soviética, que no Brasil foi abrandado para inocentes úteis.

Os Movimentos de Autoajuda surgidos nos anos 1970-1980 e que, ainda agora, fazem parte do modismo infantil dos brasileiros

Outro movimento para desviar a atenção do povo para os problemas sociais — a que a imprensa americana deu enorme legitimidade à época, foi o boom da psicologia de autoajuda ou movimento do "despertar do potencial humano".  Técnicas como o EST (Erhard Seminars Training) e dezenas de outras abordagens terapêuticas, que depois foram desacreditadas pela psicologia científica eram assunto quase diário.  Revistas e programas de televisão tratavam essas correntes como avanços científicos.

Décadas depois, estudos mostraram que muitas dessas abordagens eram ineficazes, algumas até mesmo potencialmente prejudiciais.

Os brasileiros incultos de hoje entregam partes de seus minguados salários por acreditar que “coachs” podem lhes ensinar o caminho do progresso e do conforto pessoal. Na verdade, o que todo o passado destas experiências acabou demonstrando é que apenas eles próprios, os coachs foram os únicos a ficar ricos ou até milionários graças à falta de discernimento do povo. Ao final, quando as esperanças se desvanecem, o povo otário, ingênuo ou ambos, acaba se convencendo que ‘a coisa não deu certo” porque foi ele que não teve persistência, fé ou autoconfiança necessária para conseguir a riqueza prometida.

A Desconstrução do Ensino

Durante algum tempo a imprensa do Estados Unidos celebrou amplamente as teorias educacionais que durante os anos 70-80 minimizavam a instrução direta, a memorização e o ensino estruturado em favor de métodos centrados na "descoberta" e na "criatividade" da criança. Educadores tradicionais foram tratados como retrógrados. Nos dias atuais, uma vez implantado o mal, os resultados em testes de leitura, matemática e ciências mostraram declínios preocupantes, em pesquisas envolvendo ciências cognitivas.

O Brasil, que antes tinha um desempenho respeitoso em provas internacionais, foi vendo seu ensino ser degradado aos poucos até estar, atualmente, entre os últimos lugares em qualquer classificação internacional.

E não apenas entre estudantes, mas também entre profissionais de quase todas as áreas. Uma multidão de advogados, por exemplo, se autointitulam «juristas» e diariamente estão em redes sociais dizendo absurdos inconcebíveis enquanto outra pequena multidão de «jornalistas», todos doutores, pós-graduados e mestres em alguma grande universidade, os entrevistam ao mesmo tempo em que demonstram uma pobreza enorme de vocabulário, moralidade linguística e preparo profissional.

 

Este é o resultado que o povo brasileiro insiste e teima em aparentar desconhecimento porque todo ele é culpa dos anos que o país foi entregue ao petismo. Para alienar qualquer povo, se começa sempre alienando a classe estudantil e entre nós isto desde a “redemocratização” vem passando de pai para filho.

 

 A Ilusão do Televangelismo

Através da mesma política externa comunista de desarmar os espíritos na civilização ocidental e criar entre o povo americano uma classe social mais tolerante, — que nos dias atuais pode ser definida como mais frouxa, menos combativa, mais permissiva, adepta das políticas de gênero e mais afeminada —alguns movimentos evangélicos perceberam que a difusão de um quase fanatismo televisivo poderia se tornar uma máquina incomparável de construção de imagem e arrecadação de dinheiro para enriquecimento pessoal.

E, é lógico, a imprensa tradicional, fascinada pelo fenômeno cultural, cobriu esses personagens com uma mistura inicial de curiosidade e respeito — raramente com ceticismo investigativo, mas logo depois viu no movimento, uma maneira incomparável de também ganhar dinheiro.

Disto resultou numa realidade brasileira quase palpável e que também muito brevemente poderá ser comprovada no comportamento da maioria dos televangelistas brasileiros. O televangelismo se propaga porque a televisão lhes vende espaço. E os espaços só são vendidos porque os televangelistas sabem arrancar dinheiro do povo.

Veja como tudo começou:

O televangelista Jim Bakker construiu um império com seu programa The PTL Club e um parque temático cristão chamado Heritage USA — o terceiro parque mais visitado dos EUA nos anos 1980, atrás apenas dos parques da Disney e da Universal. A imprensa cobriu seu crescimento como um fenômeno genuíno de empreendedorismo religioso. O que veio depois foi devastador: em 1987 revelou-se que Bakker havia estuprado a secretária Jessica Hahn e depois usado dinheiro do ministério para comprar seu silêncio. Investigações subsequentes mostraram fraude massiva contra os próprios fiéis — ele vendia "parcerias vitalícias" em resorts que nunca foram construídos. Foi condenado a 45 anos de prisão, reduzidos posteriormente.

No Brasil Edir Macedo deixou de ser um simples funcionário do governo para se tornar um bilionário dono de uma rede inteira de comunicações, bancos, entre outros tantos setores da economia ainda não perfeitamente divulgados.

Pois bem, um dos ‘pastores” na Igreja Universal do Reino de Deus, Carlos Magno de Miranda, confessou publicamente que

 

“A Record foi comprada com dinheiro do narcotráfico, Edir Macedo é um depravado sexual e Valdemiro Santiago é um cafajeste”. (https://pt.linkedin.com/pulse/ex-bispo-da-universal-conta-tudo-ely-silmar-vidal?trk=articles_directory)

 

Não se tem conhecimento que a Polícia Federal ou mesmo polícias estaduais tenham instaurado inquéritos — com aprofundado desejo de descobrir a verdade — envolvendo Edir Macedo e outros “pastores” “bispos” e “apóstolos” citados por Carlos Magno de Miranda. O que se viu, isto sim, é que vários destes televangelistas se tornaram milionários, aumentou exponencialmente o número de templos evangélicos (alguns suspeitos de lavagem de dinheiro para o narcotráfico) tudo com o apoio silencioso ou até ostensivo dos governos Lula da Silva e mais tarde, Jair Bolsonaro.

Enquanto as autoridades brasileiras se fazem de idiotas e não “descobrem” nada, se você estiver interessado em ver mais alguns escândalos envolvendo o estelionato-religioso que ocorreu no Estados Unidos — e lá, sim, todos encontraram o castigo adequado, pesquise pelos nomes de Jimmy Swaggart, Oral Roberts, Robert Tilton e Peter Popoff, entre tantos outros, os mais comentados.

A partir destes nomes você verá o quanto uma meia dúzia de vigaristas brasileiros conseguiram fortunas imensuráveis usando as mesmas técnicas, ainda que mais rudimentares, para enganar o sofrido, mas sempre teimoso e irresponsável povo tupiniquim.

O que diz a Inteligência Artificial

Para uma análise bastante imparcial do que ocorreu, eis o resultado de uma consulta ao Claude — IA da Anthropic em sua versão Sonnet 4.6 — sintetizando o Movimento de Contracultura ocorrido no Estados Unidos e que acabou sendo o desaguadouro de todos os outros visando “afrouxar” o ânimo e o espírito do continente americano em todos os setores:

A contracultura tinha dois andares: um andar de baixo com jovens genuinamente idealistas, traumatizados pela violência da guerra e pelo assassinato de Kennedy e Luther King, e um andar de cima onde operadores — soviéticos, comunistas domésticos, e oportunistas de várias espécies — trabalhavam para dar direção política a esse descontentamento.

A imprensa, nesse esquema, foi simultaneamente vítimaamplificadora e, em alguns casos, participante involuntária de algo que ia muito além do que compreendia.”

Em se tratando dos televangelistas, diz o Claude:

“O que torna esse caso (dos televangelistas) particularmente interessante para sua pergunta é a cumplicidade estrutural da imprensa em vários momentos:

Na construção: revistas como Time e Newsweek fizeram perfis admirativos desses pregadores nos anos 1970 e início dos 1980, tratando o televangelismo como um fenômeno sociológico legítimo e economicamente impressionante, sem investigar as finanças ou o comportamento pessoal.

No silêncio: havia rumores circulando há anos sobre o comportamento de Bakker e Swaggart dentro das comunidades religiosas, mas a imprensa secular os ignorava — em parte por não querer parecer anticristã, em parte por falta de interesse investigativo em comunidades religiosas conservadoras.

Na exploração do escândalo: quando os escândalos vieram à tona, a imprensa os cobriu com um entusiasmo quase voyeurístico, transformando a queda desses personagens em entretenimento — sem necessariamente refletir sobre seu próprio papel na construção prévia das suas imagens.

Há algo estruturalmente curioso nessa história: a imprensa americana secular e a audiência religiosa conservadora viviam em universos paralelos. A imprensa não investigava esses pregadores em parte porque não os levava a sério o suficiente — os via como um fenômeno de classes menos educadas, geograficamente distantes dos grandes centros jornalísticos. Essa condescendência funcionou paradoxalmente como proteção para os pregadores durante anos.

Quando os escândalos explodiram, a imprensa ficou surpresa com a magnitude — mas essa surpresa era em si um produto da própria negligência investigativa anterior.

 

Apenas para esgotar, ao menos parcialmente este tema — que evidentemente é muito vasto — tenha em mente que a contracultura teve sua maior representação com o movimento «hippie» e seu festival «Woodstock» que, aliás, o futuro talvez venha provar, pode ter sido criado e programado para fazer com que o Estados Unidos retirasse suas tropas de uma guerra em que certamente sairia vitorioso.

Talvez o principal resultado do “faça amor, não faça a guerra”  visasse não apenas o Estados Unidos se retirar do Vietnam, mas também mais tarde ver-se obrigado a suportar um prejuízo enorme em seu parque industrial após adotar uma política errada de ter levado suas principais industrias para a China, tornando-a um país forte, rico e atualmente, em agradecimento, estar tentando destruir a moeda e a economia do Estados Unidos.

A China não ficou rica de uma década para a outra por méritos próprios. Quem a tornou rica e poderosa foram as indústrias e a tecnologia americanas. Sem esquecer, é evidente, que seus cientistas foram formados nas principais universidades americanas.

Este é o Brasil que os partidos de esquerda fizeram de tudo para transformar numa pocilga de aproveitadores que juntamente com desesperados e sem-futuro, ainda chamam de país «progressista».


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